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Pró-Reitoria de Ensino de Graduação - PROGRAD

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Lei nº 9.394, 20/12/1996 - Diretrizes e Bases da Educação Nacional

L9394.htm — HTML, 142Kb

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<!-- saved from url=(0051)http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm -->
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<BODY bgColor=#ffffff>
<DIV align=center>
<CENTER>
<TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width="70%" border=0>
  <TBODY>
  <TR>
    <TD width="14%" height=85>
      <P align=center><IMG height=82 alt="Brastra.gif (4376 bytes)" 
      src="L9394_arquivos/Brastra.gif" width=74></P></TD>
    <TD width="86%" height=85>
      <P align=center><FONT face=Arial 
      color=#808000><STRONG><BIG><BIG>Presid�ia da 
      Rep�a</BIG></BIG><BR><BIG>Casa Civil<BR></BIG>Subchefia para Assuntos 
      Jur�cos</STRONG></FONT></P></TD></TR></TBODY></TABLE></CENTER></DIV><B>
<P align=center><A 
href="http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%209.394-1996?OpenDocument"><FONT 
face=Arial color=#000080><SMALL><STRONG>LEI N� 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 
1996.</STRONG></SMALL></FONT></A></B></P>
<TABLE cellSpacing=0 cellPadding=0 width="100%" border=0>
  <TBODY>
  <TR>
    <TD width="52%"><FONT face=Arial size=2><A 
      href="http://gemini.stf.gov.br/cgi-bin/nph-brs?d=ADIN&amp;s1=3324&amp;u=http://www.stf.gov.br/Processos/adi/default.asp&amp;Sect1=IMAGE&amp;Sect2=THESOFF&amp;Sect3=PLURON&amp;Sect6=ADINN&amp;p=1&amp;r=1&amp;f=G&amp;n=&amp;l=20">Vide 
      Adin 3324-7, de 2005</A><BR><A 
      href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/D3860.htm">Vide 
      Decreto n� 3.860, de 2001</A></FONT></TD>
    <TD width="48%">
      <P style="TEXT-ALIGN: justify" align=justify><SMALL><FONT face=Arial 
      color=#800000>Estabelece as diretrizes e bases da educa� 
      nacional.</FONT></SMALL></P></TD></TR></TBODY></TABLE>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial><B>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O PRESIDENTE DA 
REP�LICA </B>Fa�saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a 
seguinte Lei:</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>T�ULO I</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Da Educa�</FONT></SMALL></P><B>
<P align=justify></B><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 1� A educa� abrange 
os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na conviv�ia 
humana, no trabalho, nas institui�s de ensino e pesquisa, nos movimentos 
sociais e organiza�s da sociedade civil e nas manifesta�s 
culturais.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Esta Lei disciplina a 
educa� escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em 
institui�s pr�as.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� A educa� escolar 
dever�incular-se ao mundo do trabalho e �r�ca social.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>T�ULO II</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Dos Princ�os e Fins da Educa� 
Nacional</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 2� A educa�, dever 
da fam�a e do Estado, inspirada nos princ�os de liberdade e nos ideais de 
solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, 
seu preparo para o exerc�o da cidadania e sua qualifica� para o 
trabalho.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 3� O ensino ser�
ministrado com base nos seguintes princ�os:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - igualdade de condi�s 
para o acesso e perman�ia na escola; </FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - liberdade de 
aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o 
saber;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - pluralismo de id�s 
e de concep�s pedag�as;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - respeito �iberdade 
e apre��oler�ia;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - coexist�ia de 
institui�s p�as e privadas de ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - gratuidade do ensino 
p�o em estabelecimentos oficiais;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII - valoriza� do 
profissional da educa� escolar;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VIII - gest�democr�ca 
do ensino p�o, na forma desta Lei e da legisla� dos sistemas de 
ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IX - garantia de padr�de 
qualidade;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; X - valoriza� da 
experi�ia extra-escolar;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; XI - vincula� entre a 
educa� escolar, o trabalho e as pr�cas sociais.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>T�ULO III</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Do Direito �duca� e do Dever de 
Educar</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 4� O dever do Estado 
com educa� escolar p�a ser�fetivado mediante a garantia 
de:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - ensino fundamental, 
obrigat� e gratuito, inclusive para os que a ele n�tiveram acesso na idade 
pr�a;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - progressiva extens�
da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino m�o;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - atendimento 
educacional especializado gratuito aos educandos com necessidades especiais, 
preferencialmente na rede regular de ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - atendimento gratuito 
em creches e pr�scolas �crian� de zero a seis anos de 
idade;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - acesso aos n�is mais 
elevados do ensino, da pesquisa e da cria� art�ica, segundo a capacidade de 
cada um;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - oferta de ensino 
noturno regular, adequado �condi�s do educando;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII - oferta de educa� 
escolar regular para jovens e adultos, com caracter�icas e modalidades 
adequadas �suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem 
trabalhadores as condi�s de acesso e perman�ia na escola;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VIII - atendimento ao 
educando, no ensino fundamental p�o, por meio de programas suplementares de 
material did�co-escolar, transporte, alimenta� e assist�ia �
sa�/FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IX - padr�m�mos de 
qualidade de ensino, definidos como a variedade e quantidade m�mas, por aluno, 
de insumos indispens�is ao desenvolvimento do processo de 
ensino-aprendizagem.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 5� O acesso ao ensino 
fundamental �ireito p�o subjetivo, podendo qualquer cidad� grupo de 
cidad�, associa� comunit�a, organiza� sindical, entidade de classe ou 
outra legalmente constitu�, e, ainda, o Minist�o P�o, acionar o Poder 
P�o para exigi-lo.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Compete aos Estados e 
aos Munic�os, em regime de colabora�, e com a assist�ia da 
Uni�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - recensear a popula� 
em idade escolar para o ensino fundamental, e os jovens e adultos que a ele n�
tiveram acesso;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - fazer-lhes a chamada 
p�a;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - zelar, junto aos 
pais ou respons�is, pela freq� �scola.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� Em todas as esferas 
administrativas, o Poder P�o assegurar�m primeiro lugar o acesso ao ensino 
obrigat�, nos termos deste artigo, contemplando em seguida os demais n�is e 
modalidades de ensino, conforme as prioridades constitucionais e 
legais.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 3� Qualquer das partes 
mencionadas no <I>caput</I> deste artigo tem legitimidade para peticionar no 
Poder Judici�o, na hip�e do � 2� do art. 208 da Constitui� Federal, sendo 
gratuita e de rito sum�o a a� judicial correspondente. </FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 4� Comprovada a 
neglig�ia da autoridade competente para garantir o oferecimento do ensino 
obrigat�, poder�la ser imputada por crime de 
responsabilidade.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 5� Para garantir o 
cumprimento da obrigatoriedade de ensino, o Poder P�o criar�ormas 
alternativas de acesso aos diferentes n�is de ensino, independentemente da 
escolariza� anterior.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>Art. 6� �dever 
dos pais ou respons�is efetuar a matr�la dos menores, a partir dos sete anos 
de idade, no ensino fundamental.</STRIKE></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art6></A>Art. 
6<SUP><U>o</U></SUP> �dever dos pais ou respons�is efetuar a matr�la dos 
menores, a partir dos seis anos de idade, no ensino fundamental. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11114.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.114, de 2005)</A></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 7� O ensino �ivre �
iniciativa privada, atendidas as seguintes condi�s:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - cumprimento das normas 
gerais da educa� nacional e do respectivo sistema de 
ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - autoriza� de 
funcionamento e avalia� de qualidade pelo Poder P�o;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - capacidade de 
autofinanciamento, ressalvado o previsto no art. 213 da Constitui� 
Federal.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>T�ULO IV</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Da Organiza� da Educa� 
Nacional</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art8></A><SMALL>Art. 8� A Uni� os Estados, o Distrito Federal e os 
Munic�os organizar� em regime de colabora�, os respectivos sistemas de 
ensino.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Caber� Uni�a 
coordena� da pol�ca nacional de educa�, articulando os diferentes n�is e 
sistemas e exercendo fun� normativa, redistributiva e supletiva em rela� �
demais inst�ias educacionais.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� Os sistemas de ensino 
ter�liberdade de organiza� nos termos desta Lei.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art9></A><SMALL><FONT face=Arial>Art. 9� A Uni�incumbir-se-�e: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/D3860.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - elaborar o Plano 
Nacional de Educa�, em colabora� com os Estados, o Distrito Federal e os 
Munic�os;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - organizar, manter e 
desenvolver os �os e institui�s oficiais do sistema federal de ensino e o 
dos Territ�s;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - prestar assist�ia 
t�ica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic�os para o 
desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento priorit�o �
escolaridade obrigat�, exercendo sua fun� redistributiva e 
supletiva;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art9iv></A>IV - 
estabelecer, em colabora� com os Estados, o Distrito Federal e os Munic�os, 
compet�ias e diretrizes para a educa� infantil, o ensino fundamental e o 
ensino m�o, que nortear�os curr�los e seus conte�m�mos, de modo a 
assegurar forma� b�ca comum;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - coletar, analisar e 
disseminar informa�s sobre a educa�;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SMALL><A 
name=art9vi></A><SMALL> VI - assegurar processo nacional de avalia� do 
rendimento escolar no ensino fundamental, m�o e superior, em colabora� com 
os sistemas de ensino, objetivando a defini� de prioridades e a melhoria da 
qualidade do ensino;</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII - baixar normas gerais 
sobre cursos de gradua� e p�radua�;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SMALL><A 
name=art9viii></A><SMALL> VIII - assegurar processo nacional de avalia� das 
institui�s de educa� superior, com a coopera� dos sistemas que tiverem 
responsabilidade sobre este n�l de ensino;</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art9ix></A><SMALL>IX - autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e 
avaliar, respectivamente, os cursos das institui�s de educa� superior e os 
estabelecimentos do seu sistema de ensino.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Na estrutura 
educacional, haver�m Conselho Nacional de Educa�, com fun�s normativas e 
de supervis�e atividade permanente, criado por lei.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art9�2></A>� 2� 
Para o cumprimento do disposto nos incisos V a IX, a Uni�ter�cesso a todos 
os dados e informa�s necess�os de todos os estabelecimentos e �os 
educacionais.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 3� As atribui�s 
constantes do inciso IX poder�ser delegadas aos Estados e ao Distrito Federal, 
desde que mantenham institui�s de educa� superior.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SMALL><A 
name=ART10></A><SMALL> Art. 10. Os Estados incumbir-se-�de:</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - organizar, manter e 
desenvolver os �os e institui�s oficiais dos seus sistemas de 
ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - definir, com os 
Munic�os, formas de colabora� na oferta do ensino fundamental, as quais 
devem assegurar a distribui� proporcional das responsabilidades, de acordo com 
a popula� a ser atendida e os recursos financeiros dispon�is em cada uma 
dessas esferas do Poder P�o;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - elaborar e executar 
pol�cas e planos educacionais, em conson�ia com as diretrizes e planos 
nacionais de educa�, integrando e coordenando as suas a�s e as dos seus 
Munic�os;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art10iv></A>IV - 
autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os 
cursos das institui�s de educa� superior e os estabelecimentos do seu 
sistema de ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - baixar normas 
complementares para o seu sistema de ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - assegurar o ensino 
fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino m�o.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art10vii></A>VII - 
assumir o transporte escolar dos alunos da rede estadual. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.709.htm#art1art10vii">(Inclu� 
pela Lei n� 10.709, de 31.7.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art10p></A>Par�afo �. Ao Distrito Federal aplicar-se-�as 
compet�ias referentes aos Estados e aos Munic�os.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art11></A><SMALL>Art. 11. Os Munic�os incumbir-se-�
de:</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art11i></A>I - 
organizar, manter e desenvolver os �os e institui�s oficiais dos seus 
sistemas de ensino, integrando-os �pol�cas e planos educacionais da Uni�e 
dos Estados;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - exercer a� 
redistributiva em rela� �suas escolas;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - baixar normas 
complementares para o seu sistema de ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art11iv></A>IV - 
autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do seu sistema de 
ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art11v></A><SMALL><FONT face=Arial>V - oferecer a educa� infantil em 
creches e pr�scolas, e, com prioridade, o ensino fundamental, permitida a 
atua� em outros n�is de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente 
as necessidades de sua �a de compet�ia e com recursos acima dos percentuais 
m�mos vinculados pela Constitui� Federal �anuten� e desenvolvimento do 
ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art11vi></A>VI - 
assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.709.htm#art2art11vi">(Inclu� 
pela Lei n� 10.709, de 31.7.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par�afo �. Os 
Munic�os poder�optar, ainda, por se integrar ao sistema estadual de ensino 
ou compor com ele um sistema � de educa� b�ca.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 12. Os 
estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de 
ensino, ter�a incumb�ia de:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - elaborar e executar 
sua proposta pedag�a;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - administrar seu 
pessoal e seus recursos materiais e financeiros;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - assegurar o 
cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - velar pelo 
cumprimento do plano de trabalho de cada docente;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - prover meios para a 
recupera� dos alunos de menor rendimento;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - articular-se com as 
fam�as e a comunidade, criando processos de integra� da sociedade com a 
escola;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII - informar os pais e 
respons�is sobre a freq� e o rendimento dos alunos, bem como sobre a 
execu� de sua proposta pedag�a.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art12viii></A><SMALL><FONT face=Arial>VIII � notificar ao Conselho Tutelar 
do Munic�o, ao juiz competente da Comarca e ao respectivo representante do 
Minist�o P�o a rela� dos alunos que apresentem quantidade de faltas 
acima de cinq�por cento do percentual permitido em lei.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LEIS_2001/L10287.htm">(Inciso 
inclu� pela Lei n� 10.287, de 20.9.2001)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 13. Os docentes 
incumbir-se-�de:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - participar da 
elabora� da proposta pedag�a do estabelecimento de 
ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - elaborar e cumprir 
plano de trabalho, segundo a proposta pedag�a do estabelecimento de 
ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - zelar pela 
aprendizagem dos alunos;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - estabelecer 
estrat�as de recupera� para os alunos de menor 
rendimento;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - ministrar os dias 
letivos e horas-aula estabelecidos, al�de participar integralmente dos 
per�os dedicados ao planejamento, �valia� e ao desenvolvimento 
profissional;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - colaborar com as 
atividades de articula� da escola com as fam�as e a 
comunidade.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 14. Os sistemas de 
ensino definir�as normas da gest�democr�ca do ensino p�o na educa� 
b�ca, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes 
princ�os:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - participa� dos 
profissionais da educa� na elabora� do projeto pedag�o da 
escola;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - participa� das 
comunidades escolar e local em conselhos escolares ou 
equivalentes.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 15. Os sistemas de 
ensino assegurar��unidades escolares p�as de educa� b�ca que os 
integram progressivos graus de autonomia pedag�a e administrativa e de gest�
financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro 
p�o.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art16></A>Art. 16. 
O sistema federal de ensino compreende: </FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - as institui�s de 
ensino mantidas pela Uni�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - as institui�s de 
educa� superior criadas e mantidas pela iniciativa privada;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - os �os federais 
de educa�.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 17. Os sistemas de 
ensino dos Estados e do Distrito Federal compreendem:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - as institui�s de 
ensino mantidas, respectivamente, pelo Poder P�o estadual e pelo Distrito 
Federal;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - as institui�s de 
educa� superior mantidas pelo Poder P�o municipal;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - as institui�s de 
ensino fundamental e m�o criadas e mantidas pela iniciativa 
privada;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - os �os de educa� 
estaduais e do Distrito Federal, respectivamente.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par�afo �. No 
Distrito Federal, as institui�s de educa� infantil, criadas e mantidas pela 
iniciativa privada, integram seu sistema de ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 18. Os sistemas 
municipais de ensino compreendem:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - as institui�s do 
ensino fundamental, m�o e de educa� infantil mantidas pelo Poder P�o 
municipal;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - as institui�s de 
educa� infantil criadas e mantidas pela iniciativa privada;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III � os �os municipais 
de educa�.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 19. As institui�s 
de ensino dos diferentes n�is classificam-se nas seguintes categorias 
administrativas: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2207.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - p�as, assim 
entendidas as criadas ou incorporadas, mantidas e administradas pelo Poder 
P�o;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - privadas, assim 
entendidas as mantidas e administradas por pessoas f�cas ou jur�cas de 
direito privado.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art20></A>Art. 20. 
As institui�s privadas de ensino se enquadrar�nas seguintes categorias: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2207.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - particulares em 
sentido estrito, assim entendidas as que s�institu�s e mantidas por uma ou 
mais pessoas f�cas ou jur�cas de direito privado que n�apresentem as 
caracter�icas dos incisos abaixo;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I<STRIKE>I - comunit�as, 
assim entendidas as que s�institu�s por grupos de pessoas f�cas ou por uma 
ou mais pessoas jur�cas, inclusive cooperativas de professores e alunos que 
incluam na sua entidade mantenedora representantes da 
comunidade;</STRIKE></FONT></SMALL></P><FONT face=Arial size=2>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art20ii></A>II � comunit�as, assim entendidas as que s�institu�s por 
grupos de pessoas f�cas ou por uma ou mais pessoas jur�cas, inclusive 
cooperativas de pais, professores e alunos, que incluam em sua entidade 
mantenedora representantes da comunidade; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11183.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.183, de 2005)</A></P></FONT>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - confessionais, assim 
entendidas as que s�institu�s por grupos de pessoas f�cas ou por uma ou 
mais pessoas jur�cas que atendem a orienta� confessional e ideologia 
espec�cas e ao disposto no inciso anterior;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - filantr�as, na 
forma da lei.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>T�ULO V</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Dos N�is e das Modalidades de Educa� 
e Ensino</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>CAP�ULO I</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Da Composi� dos N�is 
Escolares</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art21></A><SMALL>Art. 21. A educa� escolar comp�e 
de:</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - educa� b�ca, 
formada pela educa� infantil, ensino fundamental e ensino 
m�o;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - educa� 
superior.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>CAP�ULO II</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>DA EDUCA�O B�ICA</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Se� I</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Das Disposi�s 
Gerais</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 22. A educa� b�ca 
tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a forma� comum 
indispens�l para o exerc�o da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir 
no trabalho e em estudos posteriores.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art23></A>Art. 23. 
A educa� b�ca poder�rganizar-se em s�es anuais, per�os semestrais, 
ciclos, altern�ia regular de per�os de estudos, grupos n�seriados, com 
base na idade, na compet�ia e em outros crit�os, ou por forma diversa de 
organiza�, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o 
recomendar.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� A escola poder�
reclassificar os alunos, inclusive quando se tratar de transfer�ias entre 
estabelecimentos situados no Pa�e no exterior, tendo como base as normas 
curriculares gerais.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art23�2></A>� 2� O 
calend�o escolar dever�dequar-se �peculiaridades locais, inclusive 
clim�cas e econ�as, a crit�o do respectivo sistema de ensino, sem com 
isso reduzir o n� de horas letivas previsto nesta Lei.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 24. A educa� 
b�ca, nos n�is fundamental e m�o, ser�rganizada de acordo com as 
seguintes regras comuns:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SMALL><A 
name=art24i></A><SMALL>I - a carga hor�a m�ma anual ser�e oitocentas 
horas, distribu�s por um m�mo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar, 
exclu� o tempo reservado aos exames finais, quando houver;</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - a classifica� em 
qualquer s�e ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamental, pode ser 
feita:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a) por promo�, para 
alunos que cursaram, com aproveitamento, a s�e ou fase anterior, na pr�a 
escola;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) por transfer�ia, para 
candidatos procedentes de outras escolas;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; c) independentemente de 
escolariza� anterior, mediante avalia� feita pela escola, que defina o grau 
de desenvolvimento e experi�ia do candidato e permita sua inscri� na s�e 
ou etapa adequada, conforme regulamenta� do respectivo sistema de 
ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - nos estabelecimentos 
que adotam a progress�regular por s�e, o regimento escolar pode admitir 
formas de progress�parcial, desde que preservada a seq� do curr�lo, 
observadas as normas do respectivo sistema de ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - poder�organizar-se 
classes, ou turmas, com alunos de s�es distintas, com n�is equivalentes de 
adiantamento na mat�a, para o ensino de l�uas estrangeiras, artes, ou outros 
componentes curriculares;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - a verifica� do 
rendimento escolar observar�s seguintes crit�os:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a) avalia� cont�a e 
cumulativa do desempenho do aluno, com preval�ia dos aspectos qualitativos 
sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do per�o sobre os de 
eventuais provas finais;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) possibilidade de 
acelera� de estudos para alunos com atraso escolar;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; c) possibilidade de avan�
nos cursos e nas s�es mediante verifica� do aprendizado;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; d) aproveitamento de 
estudos conclu�s com �to;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; e) obrigatoriedade de 
estudos de recupera�, de prefer�ia paralelos ao per�o letivo, para os 
casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas institui�s de 
ensino em seus regimentos;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art24vi></A>VI - o 
controle de freq� fica a cargo da escola, conforme o disposto no seu 
regimento e nas normas do respectivo sistema de ensino, exigida a freq� 
m�ma de setenta e cinco por cento do total de horas letivas para 
aprova�;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII - cabe a cada 
institui� de ensino expedir hist�os escolares, declara�s de conclus�de 
s�e e diplomas ou certificados de conclus�de cursos, com as especifica�s 
cab�is.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 25. Ser�bjetivo 
permanente das autoridades respons�is alcan� rela� adequada entre o n� 
de alunos e o professor, a carga hor�a e as condi�s materiais do 
estabelecimento.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par�afo �. Cabe ao 
respectivo sistema de ensino, �ista das condi�s dispon�is e das 
caracter�icas regionais e locais, estabelecer par�tro para atendimento do 
disposto neste artigo. </FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 26. Os curr�los do 
ensino fundamental e m�o devem ter uma base nacional comum, a ser 
complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma 
parte diversificada, exigida pelas caracter�icas regionais e locais da 
sociedade, da cultura, da economia e da clientela.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Os curr�los a que 
se refere o <I>caput</I> devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da l�ua 
portuguesa e da matem�ca, o conhecimento do mundo f�co e natural e da 
realidade social e pol�ca, especialmente do Brasil.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� O ensino da arte 
constituir�omponente curricular obrigat�, nos diversos n�is da educa� 
b�ca, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos 
alunos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>� 3� A educa� 
f�ca, integrada �roposta pedag�a da escola, �omponente curricular da 
Educa� B�ca, ajustando-se �faixas et�as e �condi�s da popula� 
escolar, sendo facultativa nos cursos noturnos.</STRIKE></FONT></SMALL></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art26�3></A><STRIKE><FONT face=Arial size=2>� 3<SUP>o</SUP> A educa� 
f�ca, integrada �roposta pedag�a da escola, �omponente curricular 
obrigat� da Educa� B�ca, ajustando-se �faixas et�as e �condi�s da 
popula� escolar, sendo facultativa nos cursos noturnos. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/LEIS_2001/L10328.htm">(Reda� 
dada pela Lei n� 10.328, de 12.12.2001)</A></FONT></STRIKE></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art26�3.></A>� 
3<SUP><U>o</U></SUP> A educa� f�ca, integrada �roposta pedag�a da 
escola, �omponente curricular obrigat� da educa� b�ca, sendo sua 
pr�ca facultativa ao aluno: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.793.htm#art26�3">(Reda� 
dada pela Lei n� 10.793, de 1�.12.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I � que cumpra jornada de 
trabalho igual ou superior a seis horas; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.793.htm#art26�3">(Inclu� 
pela Lei n� 10.793, de 1�.12.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II � maior de trinta anos de 
idade; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.793.htm#art26�3">(Inclu� 
pela Lei n� 10.793, de 1�.12.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III � que estiver prestando 
servi�militar inicial ou que, em situa� similar, estiver obrigado �r�ca 
da educa� f�ca; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.793.htm#art26�3">(Inclu� 
pela Lei n� 10.793, de 1�.12.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV � amparado pelo Decreto-Lei 
n<SUP><U>o</U></SUP> 1.044, de 21 de outubro de 1969; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.793.htm#art26�3">(Inclu� 
pela Lei n� 10.793, de 1�.12.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V � <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/Mensagem_Veto/2003/Mv07-03.htm">(VETADO)</A> 
<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.793.htm#art26�3">(Inclu� 
pela Lei n� 10.793, de 1�.12.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI � que tenha prole. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.793.htm#art26�3">(Inclu� 
pela Lei n� 10.793, de 1�.12.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 4� O ensino da Hist� 
do Brasil levar�m conta as contribui�s das diferentes culturas e etnias para 
a forma� do povo brasileiro, especialmente das matrizes ind�na, africana e 
europ�.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 5� Na parte 
diversificada do curr�lo ser�nclu�, obrigatoriamente, a partir da quinta 
s�e, o ensino de pelo menos uma l�ua estrangeira moderna, cuja escolha 
ficar� cargo da comunidade escolar, dentro das possibilidades da 
institui�.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SPAN style="FONT-WEIGHT: normal"><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art26�6></A>� 
6<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; A m� dever�er conte�brigat�, mas n�
exclusivo, do componente curricular de que trata o � 2<U><SUP>o</SUP></U> deste 
artigo. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11769.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.769, de 2008)</A></FONT></SPAN></P>
<P style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art26a></A><STRIKE>Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e 
m�o, oficiais e particulares, torna-se obrigat� o ensino sobre Hist� e 
Cultura Afro-Brasileira.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.639.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 10.639, de 9.1.2003)</A></STRIKE></FONT></P>
<P style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" align=justify><STRIKE><FONT 
face=Arial size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 
1<SUP><U>o</U></SUP> O conte�rogram�co a que se refere o <B>caput</B> 
deste artigo incluir� estudo da Hist� da �rica e dos Africanos, a luta dos 
negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na forma� da sociedade 
nacional, resgatando a contribui� do povo negro nas �as social, econ�a e 
pol�ca pertinentes �ist� do Brasil.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.639.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 10.639, de 9.1.2003)</A></FONT></STRIKE></P>
<P style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" align=justify><STRIKE><FONT 
face=Arial size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 
2<SUP><U>o</U></SUP> Os conte�referentes �ist� e Cultura 
Afro-Brasileira ser�ministrados no �ito de todo o curr�lo escolar, em 
especial nas �as de Educa� Art�ica e de Literatura e Hist� 
Brasileiras.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.639.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 10.639, de 9.1.2003)</A></FONT></STRIKE></P>
<P style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" align=justify><STRIKE><FONT 
face=Arial size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 
3<SUP><U>o</U></SUP> <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/Mensagem_Veto/2003/Mv07-03.htm">(VETADO)</A>&nbsp; 
<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.639.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 10.639, de 9.1.2003)</A></FONT></STRIKE></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><A 
name=art26a.></A>Art. 26-A.&nbsp; Nos estabelecimentos de ensino fundamental e 
de ensino m�o, p�os e privados, torna-se obrigat� o estudo da hist� 
e cultura afro-brasileira e ind�na. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11645.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.645, de 2008).</A></SPAN></FONT></P>
<P align=justify><FONT size=2><SPAN 
style="FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
</SPAN></FONT><FONT face=Arial size=2><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">� 
1<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; O conte�rogram�co a que se refere este artigo 
incluir�iversos aspectos da hist� e da cultura que caracterizam a forma� 
da popula� brasileira, a partir desses dois grupos �icos, tais como o estudo 
da hist� da �rica e dos africanos, a luta dos negros e dos povos ind�nas 
no Brasil, a cultura negra e ind�na brasileira e o negro e o �io na forma� 
da sociedade nacional, resgatando as suas contribui�s nas �as social, 
econ�a e pol�ca, pertinentes �ist� do Brasil. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11645.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.645, de 2008).</A></SPAN></P>
<P style="MARGIN-RIGHT: 0cm; TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
� 2<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; Os conte�referentes �ist� e cultura 
afro-brasileira e dos povos ind�nas brasileiros ser�ministrados no �ito de 
todo o curr�lo escolar, em especial nas �as de educa� art�ica e de 
literatura e hist� brasileiras. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11645.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.645, de 2008).</A></SPAN></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 27. Os conte�
curriculares da educa� b�ca observar� ainda, as seguintes 
diretrizes:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - a difus�de valores 
fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidad�, de 
respeito ao bem comum e �rdem democr�ca;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - considera� das 
condi�s de escolaridade dos alunos em cada estabelecimento;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - orienta� para o 
trabalho;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - promo� do desporto 
educacional e apoio �pr�cas desportivas n�formais.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 28. Na oferta de 
educa� b�ca para a popula� rural, os sistemas de ensino promover�as 
adapta�s necess�as �ua adequa� �peculiaridades da vida rural e de cada 
regi� especialmente:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - conte�curriculares 
e metodologias apropriadas �reais necessidades e interesses dos alunos da zona 
rural;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - organiza� escolar 
pr�a, incluindo adequa� do calend�o escolar �fases do ciclo agr�la e 
�condi�s clim�cas;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - adequa� �atureza 
do trabalho na zona rural.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Se� II </FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Da Educa� Infantil</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art29></A><SMALL>Art. 29. A educa� infantil, primeira etapa da educa� 
b�ca, tem como finalidade o desenvolvimento integral da crian�at�eis anos 
de idade, em seus aspectos f�co, psicol�o, intelectual e social, 
complementando a a� da fam�a e da comunidade.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art30></A><SMALL>Art. 30. A educa� infantil ser�ferecida 
em:</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - creches, ou entidades 
equivalentes, para crian� de at�r�anos de idade;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - pr�scolas, para as 
crian� de quatro a seis anos de idade.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 31. Na educa� 
infantil a avalia� far-se-�ediante acompanhamento e registro do seu 
desenvolvimento, sem o objetivo de promo�, mesmo para o acesso ao ensino 
fundamental.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Se� III</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Do Ensino Fundamental</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
</FONT></SMALL><STRIKE><FONT face=Arial size=2>Art. 32. O ensino fundamental, 
com dura� m�ma de oito anos, obrigat� e gratuito na escola p�a, ter�
por objetivo a forma� b�ca do cidad� mediante:</FONT></STRIKE></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art32></A><STRIKE>Art. 
32. O ensino fundamental, com dura� m�ma de oito anos, obrigat� e 
gratuito na escola p�a a partir dos seis anos, ter�or objetivo a forma� 
b�ca do cidad�mediante: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11114.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.114, de 2005)</A></STRIKE></FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art32.></A>Art. 32. O 
ensino fundamental obrigat�, com dura� de 9 (nove) anos, gratuito na escola 
p�a, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, ter�or objetivo a forma� 
b�ca do cidad� mediante: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11274.htm#art3">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.274, de 2006)</A></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - o desenvolvimento da 
capacidade de aprender, tendo como meios b�cos o pleno dom�o da leitura, da 
escrita e do c�ulo;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - a compreens�do 
ambiente natural e social, do sistema pol�co, da tecnologia, das artes e dos 
valores em que se fundamenta a sociedade;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - o desenvolvimento da 
capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisi� de conhecimentos e 
habilidades e a forma� de atitudes e valores;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - o fortalecimento dos 
v�ulos de fam�a, dos la� de solidariedade humana e de toler�ia rec�oca 
em que se assenta a vida social.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� �facultado aos 
sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamental em ciclos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� Os estabelecimentos 
que utilizam progress�regular por s�e podem adotar no ensino fundamental o 
regime de progress�continuada, sem preju� da avalia� do processo de 
ensino-aprendizagem, observadas as normas do respectivo sistema de 
ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 3� O ensino fundamental 
regular ser�inistrado em l�ua portuguesa, assegurada �comunidades 
ind�nas a utiliza� de suas l�uas maternas e processos pr�os de 
aprendizagem.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art32�4></A><SMALL>� 4� O ensino fundamental ser�resencial, sendo o 
ensino a dist�ia utilizado como complementa� da aprendizagem ou em situa�s 
emergenciais.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><FONT style="FONT-SIZE: smaller" 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art32�5></A></FONT><SPAN 
style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><FONT 
face=Arial size=2>� 5<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; O curr�lo do ensino fundamental 
incluir�obrigatoriamente, conte�ue trate dos direitos das crian� e dos 
adolescentes, tendo como diretriz a Lei n<U><SUP>o</SUP></U> 8.069, de 13 de 
julho de 1990, que institui o Estatuto da Crian�e do Adolescente, observada a 
produ� e distribui� de material did�co adequado. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Lei/L11525.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.525, de 2007).</A></FONT></SPAN></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>Art. 33. O 
ensino religioso, de matr�la facultativa, constitui disciplina dos hor�os 
normais das escolas p�as de ensino fundamental, sendo oferecido, sem � 
para os cofres p�os, de acordo com as prefer�ias manifestadas pelos alunos 
ou por seus respons�is, em car�r:</SMALL><BR><SMALL>I - confessional, de 
acordo com a op� religiosa do aluno ou do seu respons�l, ministrado por 
professores ou orientadores religiosos preparados e credenciados pelas 
respectivas igrejas ou entidades religiosas; ou</SMALL><BR><SMALL>II - 
interconfessional, resultante de acordo entre as diversas entidades religiosas, 
que se responsabilizar�pela elabora� do respectivo 
programa.</SMALL></STRIKE></FONT></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art33></A><SMALL><FONT face=Arial>Art. 33. O ensino religioso, de matr�la 
facultativa, �arte integrante da forma� b�ca do cidad�e constitui 
disciplina dos hor�os normais das escolas p�as de ensino fundamental, 
assegurado o respeito �iversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas 
quaisquer formas de proselitismo. (<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9475.htm">Reda� dada pela Lei 
n� 9.475, de 22.7.1997)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Os sistemas de ensino 
regulamentar�os procedimentos para a defini� dos conte�do ensino 
religioso e estabelecer�as normas para a habilita� e admiss�dos 
professores.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� Os sistemas de ensino 
ouvir�entidade civil, constitu� pelas diferentes denomina�s religiosas, 
para a defini� dos conte�do ensino religioso."</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 34. A jornada escolar 
no ensino fundamental incluir�elo menos quatro horas de trabalho efetivo em 
sala de aula, sendo progressivamente ampliado o per�o de perman�ia na 
escola.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� S�ressalvados os 
casos do ensino noturno e das formas alternativas de organiza� autorizadas 
nesta Lei.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� O ensino fundamental 
ser�inistrado progressivamente em tempo integral, a crit�o dos sistemas de 
ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Se� IV</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Do Ensino M�o</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 35. O ensino m�o, 
etapa final da educa� b�ca, com dura� m�ma de tr�anos, ter�omo 
finalidades:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - a consolida� e o 
aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, 
possibilitando o prosseguimento de estudos;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - a prepara� b�ca 
para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a 
ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condi�s de ocupa� ou 
aperfei�mento posteriores;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - o aprimoramento do 
educando como pessoa humana, incluindo a forma� �ca e o desenvolvimento da 
autonomia intelectual e do pensamento cr�co;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - a compreens�dos 
fundamentos cient�co-tecnol�os dos processos produtivos, relacionando a 
teoria com a pr�ca, no ensino de cada disciplina.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 36. O curr�lo do 
ensino m�o observar� disposto na Se� I deste Cap�lo e as seguintes 
diretrizes:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - destacar� educa� 
tecnol�a b�ca, a compreens�do significado da ci�ia, das letras e das 
artes; o processo hist�o de transforma� da sociedade e da cultura; a l�ua 
portuguesa como instrumento de comunica�, acesso ao conhecimento e exerc�o 
da cidadania;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - adotar�etodologias 
de ensino e de avalia� que estimulem a iniciativa dos 
estudantes;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - ser�nclu� uma 
l�ua estrangeira moderna, como disciplina obrigat�, escolhida pela 
comunidade escolar, e uma segunda, em car�r optativo, dentro das 
disponibilidades da institui�.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT face=Arial size=2><SPAN 
style="COLOR: black">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art36iv></A>IV � ser�inclu�s a Filosofia e a Sociologia como 
disciplinas obrigat�s em todas as s�es do ensino m�o. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11684.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.684, de 2008)</A></SPAN></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Os conte� as 
metodologias e as formas de avalia� ser�organizados de tal forma que ao 
final do ensino m�o o educando demonstre:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - dom�o dos princ�os 
cient�cos e tecnol�os que presidem a produ� moderna;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - conhecimento das 
formas contempor�as de linguagem;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art36�1iii></A><STRIKE>III - dom�o dos conhecimentos de Filosofia e de 
Sociologia necess�os ao exerc�o da cidadania.</STRIKE> </FONT></SMALL><FONT 
face=Arial size=2><SPAN style="COLOR: black"><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11684.htm#art2">(Revogado 
pela Lei n� 11.684, de 2008)</A></SPAN></FONT></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SMALL><A 
name=art36�2></A><SMALL><STRIKE>� 2� O ensino m�o, atendida a forma� geral 
do educando, poder�repar�o para o exerc�o de profiss�t�icas. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Decreto/D5154.htm">(Regulamento)</A></STRIKE>&nbsp;&nbsp; 
</SMALL></FONT><FONT face=Arial size=2><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art5">(Revogado 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 3� Os cursos do ensino 
m�o ter�equival�ia legal e habilitar�ao prosseguimento de 
estudos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE><A 
name=art36�4></A>� 4� A prepara� geral para o trabalho e, facultativamente, a 
habilita� profissional, poder�ser desenvolvidas nos pr�os 
estabelecimentos de ensino m�o ou em coopera� com institui�s 
especializadas em educa� profissional.</STRIKE>&nbsp; </FONT></SMALL><FONT 
face=Arial size=2><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art5">(Revogado 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></FONT></P><FONT face=Arial size=2>
<P style="MARGIN-LEFT: 0px; LINE-HEIGHT: 100%; TEXT-ALIGN: center" 
align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><A 
name=secaoiva></A>Se� IV-A</SPAN></P>
<P style="MARGIN-LEFT: 0px; LINE-HEIGHT: 100%; TEXT-ALIGN: center" 
align=center><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">Da 
Educa� Profissional T�ica de N�l M�o<BR><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
<A name=art36a></A>Art. 36-A.&nbsp; Sem preju� do disposto na Se� IV deste 
Cap�lo, o ensino m�o, atendida a forma� geral do educando, poder�
prepar�o para o exerc�o de profiss�t�icas. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
Par�afo �.&nbsp; A prepara� geral para o trabalho e, facultativamente, a 
habilita� profissional poder�ser desenvolvidas nos pr�os estabelecimentos 
de ensino m�o ou em coopera� com institui�s especializadas em educa� 
profissional. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
<A name=art36b></A>Art. 36-B.&nbsp; A educa� profissional t�ica de n�l 
m�o ser�esenvolvida nas seguintes formas: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
I - articulada com o ensino m�o; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
II - subseq� em cursos destinados a quem j�enha conclu� o ensino 
m�o.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
Par�afo �.&nbsp; A educa� profissional t�ica de n�l m�o dever�
observar: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
I - os objetivos e defini�s contidos nas diretrizes curriculares nacionais 
estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educa�; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
II - as normas complementares dos respectivos sistemas de ensino; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
III - as exig�ias de cada institui� de ensino, nos termos de seu projeto 
pedag�o. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
<A name=art36c></A>Art. 36-C.&nbsp; A educa� profissional t�ica de n�l 
m�o articulada, prevista no inciso I do <B>caput</B><I> </I>do art. 36-B desta 
Lei, ser�esenvolvida de forma: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
I - integrada, oferecida somente a quem j�enha conclu� o ensino fundamental, 
sendo o curso planejado de modo a conduzir o aluno �abilita� profissional 
t�ica de n�l m�o, na mesma institui� de ensino, efetuando-se matr�la 
� para cada aluno; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
II - concomitante, oferecida a quem ingresse no ensino m�o ou j� esteja 
cursando, efetuando-se matr�las distintas para cada curso, e podendo ocorrer: 
<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
a) na mesma institui� de ensino, aproveitando-se as oportunidades educacionais 
dispon�is; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
b) em institui�s de ensino distintas, aproveitando-se as oportunidades 
educacionais dispon�is; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
c) em institui�s de ensino distintas, mediante conv�os de 
intercomplementaridade, visando ao planejamento e ao desenvolvimento de projeto 
pedag�o unificado. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoBodyTextIndent align=justify><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
<A name=art36d></A>Art. 36-D.&nbsp; Os diplomas de cursos de educa� 
profissional t�ica de n�l m�o, quando registrados, ter�validade nacional 
e habilitar�ao prosseguimento de estudos na educa� superior. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoBodyTextIndent2 align=justify><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
Par�afo �.&nbsp; Os cursos de educa� profissional t�ica de n�l 
m�o, nas formas articulada concomitante e subseq� quando estruturados e 
organizados em etapas com terminalidade, possibilitar�a obten� de 
certificados de qualifica� para o trabalho ap� conclus� com 
aproveitamento, de cada etapa que caracterize uma qualifica� para o trabalho. 
</SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art2">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P></FONT>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Se� V</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Da Educa� de Jovens e 
Adultos</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art37></A><SMALL>Art. 37. A educa� de jovens e adultos ser�estinada 
�eles que n�tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental 
e m�o na idade pr�a.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Os sistemas de ensino 
assegurar�gratuitamente aos jovens e aos adultos, que n�puderam efetuar os 
estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas 
as caracter�icas do alunado, seus interesses, condi�s de vida e de trabalho, 
mediante cursos e exames.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� O Poder P�o 
viabilizar� estimular� acesso e a perman�ia do trabalhador na escola, 
mediante a�s integradas e complementares entre si.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT face=Arial size=2><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
<A name=art37�3></A>� 3<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; A educa� de jovens e adultos 
dever�rticular-se, preferencialmente, com a educa� profissional, na forma do 
regulamento. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 38. Os sistemas de 
ensino manter�cursos e exames supletivos, que compreender�a base nacional 
comum do curr�lo, habilitando ao prosseguimento de estudos em car�r 
regular.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Os exames a que se 
refere este artigo realizar-se-�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - no n�l de conclus�
do ensino fundamental, para os maiores de quinze anos;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - no n�l de conclus�
do ensino m�o, para os maiores de dezoito anos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� Os conhecimentos e 
habilidades adquiridos pelos educandos por meios informais ser�aferidos e 
reconhecidos mediante exames.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial><A name=titvcapiii></A>CAP�ULO 
III</FONT></SMALL></P>
<P align=center><STRIKE><SMALL><FONT face=Arial>DA EDUCA�O 
PROFISSIONAL</FONT></SMALL></STRIKE></P>
<P align=center><FONT face=Arial size=2><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">Da Educa� 
Profissional e Tecnol�a<BR><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art3">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></FONT></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art39></A><STRIKE><SMALL>Art. 39. A educa� profissional, integrada �
diferentes formas de educa�, ao trabalho, �i�ia e �ecnologia, conduz ao 
permanente desenvolvimento de aptid�para a vida produtiva.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Decreto/D5154.htm">(Regulamento)</A></SMALL></STRIKE></FONT><STRIKE><BR><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par�afo �. O aluno 
matriculado ou egresso do ensino fundamental, m�o e superior, bem como o 
trabalhador em geral, jovem ou adulto, contar�om a possibilidade de acesso �
educa� profissional.</FONT></SMALL></STRIKE></P><FONT face=Arial size=2>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
<A name=art39.></A>Art. 39.&nbsp; A educa� profissional e tecnol�a, no 
cumprimento dos objetivos da educa� nacional, integra-se aos diferentes n�is 
e modalidades de educa� e �dimens�do trabalho, da ci�ia e da 
tecnologia. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
� 1<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; Os cursos de educa� profissional e tecnol�a 
poder�ser organizados por eixos tecnol�os, possibilitando a constru� de 
diferentes itiner�os formativos, observadas as normas do respectivo sistema e 
n�l de ensino. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
� 2<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; A educa� profissional e tecnol�a abranger�s 
seguintes cursos: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
I � de forma� inicial e continuada ou qualifica� profissional; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
II � de educa� profissional t�ica de n�l m�o; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
III � de educa� profissional tecnol�a de gradua� e p�radua�. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
� 3<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; Os cursos de educa� profissional tecnol�a de 
gradua� e p�radua� organizar-se-� no que concerne a objetivos, 
caracter�icas e dura�, de acordo com as diretrizes curriculares nacionais 
estabelecidas pelo Conselho Nacional de Educa�. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P></FONT>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art40></A><SMALL>Art. 40. A educa� profissional ser�esenvolvida em 
articula� com o ensino regular ou por diferentes estrat�as de educa� 
continuada, em institui�s especializadas ou no ambiente de trabalho. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Decreto/D5154.htm">(Regulamento)</A></SMALL></FONT></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>Art. 41. O 
conhecimento adquirido na educa� profissional, inclusive no trabalho, poder�
ser objeto de avalia�, reconhecimento e certifica� para prosseguimento ou 
conclus�de estudos. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Decreto/D5154.htm">(Regulamento)</A></STRIKE></SMALL></FONT></P><FONT 
face=Arial size=2>
<P class=MsoNormal style="TEXT-ALIGN: justify"><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
<A name=art41></A>Art. 41.&nbsp; O conhecimento adquirido na educa� 
profissional e tecnol�a, inclusive no trabalho, poder�er objeto de 
avalia�, reconhecimento e certifica� para prosseguimento ou conclus�de 
estudos.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></P></FONT>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><STRIKE><A 
name=art41p></A></STRIKE><SMALL><STRIKE>Par�afo �. Os diplomas de cursos 
de educa� profissional de n�l m�o, quando registrados, ter�validade 
nacional.</STRIKE> </SMALL></FONT><FONT face=Arial size=2><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art5">(Revogado 
pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></FONT></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>Art. 42. As 
escolas t�icas e profissionais, al�dos seus cursos regulares, oferecer�
cursos especiais, abertos �omunidade, condicionada a matr�la �apacidade de 
aproveitamento e n�necessariamente ao n�l de escolaridade. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Decreto/D5154.htm">(Regulamento)</A></STRIKE></SMALL></FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial size=2><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
<A name=art42></A>Art. 42.&nbsp; As institui�s de educa� profissional e 
tecnol�a, al�dos seus cursos regulares, oferecer�cursos especiais, 
abertos �omunidade, condicionada a matr�la �apacidade de aproveitamento e 
n�necessariamente ao n�l de escolaridade. </SPAN><SPAN 
style="FONT-SIZE: 10pt; COLOR: black; FONT-FAMILY: Arial"><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11741.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.741, de 2008)</A></SPAN></FONT></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>CAP�ULO IV</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>DA EDUCA�O SUPERIOR</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 43. A educa� 
superior tem por finalidade:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - estimular a cria� 
cultural e o desenvolvimento do esp�to cient�co e do pensamento 
reflexivo;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - formar diplomados nas 
diferentes �as de conhecimento, aptos para a inser� em setores profissionais 
e para a participa� no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na 
sua forma� cont�a;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - incentivar o 
trabalho de pesquisa e investiga� cient�ca, visando o desenvolvimento da 
ci�ia e da tecnologia e da cria� e difus�da cultura, e, desse modo, 
desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - promover a divulga� 
de conhecimentos culturais, cient�cos e t�icos que constituem patrim� da 
humanidade e comunicar o saber atrav�do ensino, de publica�s ou de outras 
formas de comunica�;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - suscitar o desejo 
permanente de aperfei�mento cultural e profissional e possibilitar a 
correspondente concretiza�, integrando os conhecimentos que v�sendo 
adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada 
gera�;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - estimular o 
conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e 
regionais, prestar servi� especializados �omunidade e estabelecer com esta 
uma rela� de reciprocidade;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII - promover a extens� 
aberta �articipa� da popula�, visando �ifus�das conquistas e 
benef�os resultantes da cria� cultural e da pesquisa cient�ca e 
tecnol�a geradas na institui�.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art44></A><SMALL><FONT face=Arial>Art. 44. A educa� superior abranger�s 
seguintes cursos e programas: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/D3860.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>I - cursos 
seq�is por campo de saber, de diferentes n�is de abrang�ia, abertos a 
candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas institui�s de 
ensino;</STRIKE></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT style="FONT-SIZE: smaller" 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT><FONT face=Arial 
size=2><SPAN style="FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial"><A name=art44i></A>I - 
cursos seq�is por campo de saber, de diferentes n�is de abrang�ia, 
abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas institui�s 
de ensino, desde que tenham conclu� o ensino m�o ou equivalente; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2007/Lei/L11632.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.632, de 2007).</A></SPAN></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - de gradua�, abertos 
a candidatos que tenham conclu� o ensino m�o ou equivalente e tenham sido 
classificados em processo seletivo;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - de p�radua�, 
compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de especializa�, 
aperfei�mento e outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de gradua� 
e que atendam �exig�ias das institui�s de ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - de extens� abertos 
a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada caso pelas 
institui�s de ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT style="FONT-SIZE: smaller" 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art44p></A></FONT><FONT face=Arial><FONT size=2>Par�afo �. Os 
resultados do processo seletivo referido no inciso II do </FONT><B><FONT 
size=2>caput</FONT></B><FONT size=2> deste artigo ser�tornados p�os pelas 
institui�s de ensino superior, sendo obrigat� a divulga� da rela� 
nominal dos classificados, a respectiva ordem de classifica�, bem como do 
cronograma das chamadas para matr�la, de acordo com os crit�os para 
preenchimento das vagas constantes do respectivo edital. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11331.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.331, de 2006)</A></FONT></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 45. A educa� 
superior ser�inistrada em institui�s de ensino superior, p�as ou 
privadas, com variados graus de abrang�ia ou especializa�. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2207.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art46></A><SMALL><FONT face=Arial>Art. 46. A autoriza� e o reconhecimento 
de cursos, bem como o credenciamento de institui�s de educa� superior, ter�
prazos limitados, sendo renovados, periodicamente, ap�rocesso regular de 
avalia�. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2207.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art46�1></A><SMALL>� 1� Ap�m prazo para saneamento de defici�ias 
eventualmente identificadas pela avalia� a que se refere este artigo, haver�
reavalia�, que poder�esultar, conforme o caso, em desativa� de cursos e 
habilita�s, em interven� na institui�, em suspens�tempor�a de 
prerrogativas da autonomia, ou em descredenciamento. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2207.htm">(Regulamento)</A></SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� No caso de 
institui� p�a, o Poder Executivo respons�l por sua manuten� 
acompanhar� processo de saneamento e fornecer�ecursos adicionais, se 
necess�os, para a supera� das defici�ias.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 47. Na educa� 
superior, o ano letivo regular, independente do ano civil, tem, no m�mo, 
duzentos dias de trabalho acad�co efetivo, exclu� o tempo reservado aos 
exames finais, quando houver.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� As institui�s 
informar�aos interessados, antes de cada per�o letivo, os programas dos 
cursos e demais componentes curriculares, sua dura�, requisitos, qualifica� 
dos professores, recursos dispon�is e crit�os de avalia�, obrigando-se a 
cumprir as respectivas condi�s.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� Os alunos que tenham 
extraordin�o aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e 
outros instrumentos de avalia� espec�cos, aplicados por banca examinadora 
especial, poder�ter abreviada a dura� dos seus cursos, de acordo com as 
normas dos sistemas de ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 3� �obrigat� a 
freq� de alunos e professores, salvo nos programas de educa� a 
dist�ia.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 4� As institui�s de 
educa� superior oferecer� no per�o noturno, cursos de gradua� nos mesmos 
padr�de qualidade mantidos no per�o diurno, sendo obrigat� a oferta 
noturna nas institui�s p�as, garantida a necess�a previs�
or�ent�a.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art48></A><SMALL>Art. 48. Os diplomas de cursos superiores reconhecidos, 
quando registrados, ter�validade nacional como prova da forma� recebida por 
seu titular.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Os diplomas expedidos 
pelas universidades ser�por elas pr�as registrados, e aqueles conferidos 
por institui�s n�universit�as ser�registrados em universidades indicadas 
pelo Conselho Nacional de Educa�.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� Os diplomas de 
gradua� expedidos por universidades estrangeiras ser�revalidados por 
universidades p�as que tenham curso do mesmo n�l e �a ou equivalente, 
respeitando-se os acordos internacionais de reciprocidade ou 
equipara�.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 3� Os diplomas de 
Mestrado e de Doutorado expedidos por universidades estrangeiras s�der�ser 
reconhecidos por universidades que possuam cursos de p�radua� reconhecidos 
e avaliados, na mesma �a de conhecimento e em n�l equivalente ou 
superior.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 49. As institui�s 
de educa� superior aceitar�a transfer�ia de alunos regulares, para cursos 
afins, na hip�e de exist�ia de vagas, e mediante processo 
seletivo.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art49p></A><SMALL>Par�afo �. As transfer�ias <I>ex officio</I> 
dar-se-�na forma da lei. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9536.htm">(Regulamento)</A></SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 50. As institui�s 
de educa� superior, quando da ocorr�ia de vagas, abrir�matr�la nas 
disciplinas de seus cursos a alunos n�regulares que demonstrarem capacidade de 
curs�as com proveito, mediante processo seletivo pr�o.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 51. As institui�s 
de educa� superior credenciadas como universidades, ao deliberar sobre 
crit�os e normas de sele� e admiss�de estudantes, levar�em conta os 
efeitos desses crit�os sobre a orienta� do ensino m�o, articulando-se com 
os �os normativos dos sistemas de ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art52></A><SMALL><FONT face=Arial>Art. 52. As universidades s�
institui�s pluridisciplinares de forma� dos quadros profissionais de n�l 
superior, de pesquisa, de extens�e de dom�o e cultivo do saber humano, que 
se caracterizam por: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2207.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - produ� intelectual 
institucionalizada mediante o estudo sistem�co dos temas e problemas mais 
relevantes, tanto do ponto de vista cient�co e cultural, quanto regional e 
nacional;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - um ter�do corpo 
docente, pelo menos, com titula� acad�ca de mestrado ou 
doutorado;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - um ter�do corpo 
docente em regime de tempo integral.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art52p></A><SMALL>Par�afo �. �facultada a cria� de universidades 
especializadas por campo do saber. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2207.htm">(Regulamento)</A></SMALL></FONT></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art53></A><SMALL><FONT face=Arial>Art. 53. No exerc�o de sua autonomia, 
s�asseguradas �universidades, sem preju� de outras, as seguintes 
atribui�s:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art53i></A><SMALL>I - criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e 
programas de educa� superior previstos nesta Lei, obedecendo �normas gerais 
da Uni�e, quando for o caso, do respectivo sistema de ensino; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/D3860.htm">(Regulamento)</A></SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - fixar os curr�los 
dos seus cursos e programas, observadas as diretrizes gerais 
pertinentes;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - estabelecer planos, 
programas e projetos de pesquisa cient�ca, produ� art�ica e atividades de 
extens�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - fixar o n� de 
vagas de acordo com a capacidade institucional e as exig�ias do seu 
meio;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - elaborar e reformar os 
seus estatutos e regimentos em conson�ia com as normas gerais 
atinentes;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - conferir graus, 
diplomas e outros t�los;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII - firmar contratos, 
acordos e conv�os;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VIII - aprovar e executar 
planos, programas e projetos de investimentos referentes a obras, servi� e 
aquisi�s em geral, bem como administrar rendimentos conforme dispositivos 
institucionais;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IX - administrar os 
rendimentos e deles dispor na forma prevista no ato de constitui�, nas leis e 
nos respectivos estatutos;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; X - receber subven�s, 
doa�s, heran�, legados e coopera� financeira resultante de conv�os com 
entidades p�as e privadas.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par�afo �. Para 
garantir a autonomia did�co-cient�ca das universidades, caber�os seus 
colegiados de ensino e pesquisa decidir, dentro dos recursos or�ent�os 
dispon�is, sobre:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - cria�, expans� 
modifica� e extin� de cursos;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - amplia� e 
diminui� de vagas;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - elabora� da 
programa� dos cursos;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - programa� das 
pesquisas e das atividades de extens�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - contrata� e dispensa 
de professores;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - planos de carreira 
docente.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 54. As universidades 
mantidas pelo Poder P�o gozar� na forma da lei, de estatuto jur�co 
especial para atender �peculiaridades de sua estrutura, organiza� e 
financiamento pelo Poder P�o, assim como dos seus planos de carreira e do 
regime jur�co do seu pessoal.&nbsp; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2207.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� No exerc�o da sua 
autonomia, al�das atribui�s asseguradas pelo artigo anterior, as 
universidades p�as poder�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - propor o seu quadro de 
pessoal docente, t�ico e administrativo, assim como um plano de cargos e 
sal�os, atendidas as normas gerais pertinentes e os recursos 
dispon�is;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - elaborar o 
regulamento de seu pessoal em conformidade com as normas gerais 
concernentes;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - aprovar e executar 
planos, programas e projetos de investimentos referentes a obras, servi� e 
aquisi�s em geral, de acordo com os recursos alocados pelo respectivo Poder 
mantenedor;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - elaborar seus 
or�entos anuais e plurianuais;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - adotar regime 
financeiro e cont�l que atenda �suas peculiaridades de organiza� e 
funcionamento;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - realizar opera�s de 
cr�to ou de financiamento, com aprova� do Poder competente, para aquisi� 
de bens im�s, instala�s e equipamentos;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII - efetuar 
transfer�ias, quita�s e tomar outras provid�ias de ordem or�ent�a, 
financeira e patrimonial necess�as ao seu bom desempenho.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art54�2></A><SMALL><FONT face=Arial>� 2� Atribui�s de autonomia 
universit�a poder�ser estendidas a institui�s que comprovem alta 
qualifica� para o ensino ou para a pesquisa, com base em avalia� realizada 
pelo Poder P�o.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 55. Caber� Uni�
assegurar, anualmente, em seu Or�ento Geral, recursos suficientes para 
manuten� e desenvolvimento das institui�s de educa� superior por ela 
mantidas.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 56. As institui�s 
p�as de educa� superior obedecer�ao princ�o da gest�democr�ca, 
assegurada a exist�ia de �os colegiados deliberativos, de que participar�
os segmentos da comunidade institucional, local e regional.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par�afo �. Em 
qualquer caso, os docentes ocupar�setenta por cento dos assentos em cada �o 
colegiado e comiss� inclusive nos que tratarem da elabora� e modifica�s 
estatut�as e regimentais, bem como da escolha de 
dirigentes.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 57. Nas institui�s 
p�as de educa� superior, o professor ficar�brigado ao m�mo de oito 
horas semanais de aulas.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2668.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>CAP�ULO V</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>DA EDUCA�O ESPECIAL</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 58. Entende-se por 
educa� especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educa� escolar, 
oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores 
de necessidades especiais.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Haver�quando 
necess�o, servi� de apoio especializado, na escola regular, para atender �
peculiaridades da clientela de educa� especial.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� O atendimento 
educacional ser�eito em classes, escolas ou servi� especializados, sempre 
que, em fun� das condi�s espec�cas dos alunos, n�for poss�l a sua 
integra� nas classes comuns de ensino regular.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 3� A oferta de educa� 
especial, dever constitucional do Estado, tem in�o na faixa et�a de zero a 
seis anos, durante a educa� infantil.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 59. Os sistemas de 
ensino assegurar�aos educandos com necessidades especiais:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - curr�los, m�dos, 
t�icas, recursos educativos e organiza� espec�cos, para atender �suas 
necessidades;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - terminalidade 
espec�ca para aqueles que n�puderem atingir o n�l exigido para a conclus�
do ensino fundamental, em virtude de suas defici�ias, e acelera� para 
concluir em menor tempo o programa escolar para os 
superdotados;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - professores com 
especializa� adequada em n�l m�o ou superior, para atendimento 
especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a 
integra� desses educandos nas classes comuns;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - educa� especial 
para o trabalho, visando a sua efetiva integra� na vida em sociedade, 
inclusive condi�s adequadas para os que n�revelarem capacidade de inser� 
no trabalho competitivo, mediante articula� com os �os oficiais afins, bem 
como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas �as art�ica, 
intelectual ou psicomotora;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - acesso igualit�o aos 
benef�os dos programas sociais suplementares dispon�is para o respectivo 
n�l do ensino regular.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art60></A><SMALL>Art. 60. Os �os normativos dos sistemas de ensino 
estabelecer�crit�os de caracteriza� das institui�s privadas sem fins 
lucrativos, especializadas e com atua� exclusiva em educa� especial, para 
fins de apoio t�ico e financeiro pelo Poder P�o.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par�afo �. O Poder 
P�o adotar�como alternativa preferencial, a amplia� do atendimento aos 
educandos com necessidades especiais na pr�a rede p�a regular de ensino, 
independentemente do apoio �institui�s previstas neste 
artigo.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>T�ULO VI</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Dos Profissionais da 
Educa�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art61></A>Art. 61. 
A forma� de profissionais da educa�, de modo a atender aos objetivos dos 
diferentes n�is e modalidades de ensino e �caracter�icas de cada fase do 
desenvolvimento do educando, ter�omo fundamentos: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D3276.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - a associa� entre 
teorias e pr�cas, inclusive mediante a capacita� em 
servi�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - aproveitamento da 
forma� e experi�ias anteriores em institui�s de ensino e outras 
atividades.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art62></A>Art. 62. 
A forma� de docentes para atuar na educa� b�ca far-se-�m n�l superior, 
em curso de licenciatura, de gradua� plena, em universidades e institutos 
superiores de educa�, admitida, como forma� m�ma para o exerc�o do 
magist�o na educa� infantil e nas quatro primeiras s�es do ensino 
fundamental, a oferecida em n�l m�o, na modalidade Normal. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D3276.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 63. Os institutos 
superiores de educa� manter� <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D3276.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - cursos formadores de 
profissionais para a educa� b�ca, inclusive o curso normal superior, 
destinado �orma� de docentes para a educa� infantil e para as primeiras 
s�es do ensino fundamental;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - programas de forma� 
pedag�a para portadores de diplomas de educa� superior que queiram se 
dedicar �duca� b�ca;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - programas de 
educa� continuada para os profissionais de educa� dos diversos 
n�is.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 64. A forma� de 
profissionais de educa� para administra�, planejamento, inspe�, supervis�
e orienta� educacional para a educa� b�ca, ser�eita em cursos de 
gradua� em pedagogia ou em n�l de p�radua�, a crit�o da institui� 
de ensino, garantida, nesta forma�, a base comum nacional.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 65. A forma� 
docente, exceto para a educa� superior, incluir�r�ca de ensino de, no 
m�mo, trezentas horas.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 66. A prepara� para 
o exerc�o do magist�o superior far-se-�m n�l de p�radua�, 
prioritariamente em programas de mestrado e doutorado.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par�afo �. O not� 
saber, reconhecido por universidade com curso de doutorado em �a afim, poder�
suprir a exig�ia de t�lo acad�co.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art67></A>Art. 67. 
Os sistemas de ensino promover�a valoriza� dos profissionais da educa�, 
assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do 
magist�o p�o:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - ingresso 
exclusivamente por concurso p�o de provas e t�los; </FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - aperfei�mento 
profissional continuado, inclusive com licenciamento peri�o remunerado para 
esse fim;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - piso salarial 
profissional;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - progress�funcional 
baseada na titula� ou habilita�, e na avalia� do 
desempenho;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - per�o reservado a 
estudos, planejamento e avalia�, inclu� na carga de 
trabalho;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - condi�s adequadas 
de trabalho.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </FONT></SMALL><SPAN 
style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2><A name=art67�1></A>� 
1<U><SUP>o</SUP></U></FONT></SPAN><SMALL><FONT face=Arial> A experi�ia docente 
�r�equisito para o exerc�o profissional de quaisquer outras fun�s de 
magist�o, nos termos das normas de cada sistema de ensino.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11301.htm#art1">(Renumerado 
pela Lei n� 11.301, de 2006)</A></FONT></SMALL></P>
<P style="TEXT-INDENT: 35px" align=justify><SPAN 
style="FONT-FAMILY: Arial"><FONT size=2>� 2<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; Para os 
efeitos do disposto no � 5<U><SUP>o</SUP></U> do art. 40 e no � 
8<U><SUP>o</SUP></U> do art. 201 da Constitui� Federal, s�consideradas 
fun�s de magist�o as exercidas por professores e especialistas em educa� 
no desempenho de atividades educativas, quando exercidas em estabelecimento de 
educa� b�ca em seus diversos n�is e modalidades, inclu�s, al�do 
exerc�o da doc�ia, as de dire� de unidade escolar e as de coordena� e 
assessoramento pedag�o. </FONT></SPAN><SMALL><FONT face=Arial><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11301.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.301, de 2006)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>T�ULO VII</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Dos Recursos 
financeiros</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 68. Ser�recursos 
p�os destinados �duca� os origin�os de:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - receita de impostos 
pr�os da Uni� dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Munic�os;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - receita de 
transfer�ias constitucionais e outras transfer�ias;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - receita do 
sal�o-educa� e de outras contribui�s sociais;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - receita de incentivos 
fiscais;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - outros recursos 
previstos em lei.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 69. A Uni�aplicar�
anualmente, nunca menos de dezoito, e os Estados, o Distrito Federal e os 
Munic�os, vinte e cinco por cento, ou o que consta nas respectivas 
Constitui�s ou Leis Org�cas, da receita resultante de impostos, 
compreendidas as transfer�ias constitucionais, na manuten� e desenvolvimento 
do ensino p�o.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� A parcela da 
arrecada� de impostos transferida pela Uni�aos Estados, ao Distrito Federal 
e aos Munic�os, ou pelos Estados aos respectivos Munic�os, n�ser�
considerada, para efeito do c�ulo previsto neste artigo, receita do governo 
que a transferir.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� Ser�consideradas 
exclu�s das receitas de impostos mencionadas neste artigo as opera�s de 
cr�to por antecipa� de receita or�ent�a de impostos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 3� Para fixa� inicial 
dos valores correspondentes aos m�mos estatu�s neste artigo, ser�
considerada a receita estimada na lei do or�ento anual, ajustada, quando for o 
caso, por lei que autorizar a abertura de cr�tos adicionais, com base no 
eventual excesso de arrecada�.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 4� As diferen� entre a 
receita e a despesa previstas e as efetivamente realizadas, que resultem no n�
atendimento dos percentuais m�mos obrigat�s, ser�apuradas e corrigidas a 
cada trimestre do exerc�o financeiro.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art69�5></A>� 5� O 
repasse dos valores referidos neste artigo do caixa da Uni� dos Estados, do 
Distrito Federal e dos Munic�os ocorrer�mediatamente ao �o respons�l 
pela educa�, observados os seguintes prazos:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - recursos arrecadados 
do primeiro ao d�mo dia de cada m� at� vig�mo dia;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - recursos arrecadados 
do d�mo primeiro ao vig�mo dia de cada m� at� trig�mo 
dia;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - recursos arrecadados 
do vig�mo primeiro dia ao final de cada m� at� d�mo dia do m�
subseq�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 6� O atraso da libera� 
sujeitar�s recursos a corre� monet�a e �esponsabiliza� civil e 
criminal das autoridades competentes.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art70></A><SMALL>Art. 70. Considerar-se-�como de manuten� e 
desenvolvimento do ensino as despesas realizadas com vistas �onsecu� dos 
objetivos b�cos das institui�s educacionais de todos os n�is, 
compreendendo as que se destinam a:</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - remunera� e 
aperfei�mento do pessoal docente e demais profissionais da 
educa�;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - aquisi�, 
manuten�, constru� e conserva� de instala�s e equipamentos necess�os 
ao ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III � uso e manuten� de 
bens e servi� vinculados ao ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - levantamentos 
estat�icos, estudos e pesquisas visando precipuamente ao aprimoramento da 
qualidade e �xpans�do ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - realiza� de 
atividades-meio necess�as ao funcionamento dos sistemas de 
ensino;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - concess�de bolsas 
de estudo a alunos de escolas p�as e privadas;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VII - amortiza� e 
custeio de opera�s de cr�to destinadas a atender ao disposto nos incisos 
deste artigo;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VIII - aquisi� de 
material did�co-escolar e manuten� de programas de transporte 
escolar.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art71></A><SMALL>Art. 71. N�constituir�despesas de manuten� e 
desenvolvimento do ensino aquelas realizadas com:</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - pesquisa, quando n�
vinculada �institui�s de ensino, ou, quando efetivada fora dos sistemas de 
ensino, que n�vise, precipuamente, ao aprimoramento de sua qualidade ou �ua 
expans�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - subven� a 
institui�s p�as ou privadas de car�r assistencial, desportivo ou 
cultural;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - forma� de quadros 
especiais para a administra� p�a, sejam militares ou civis, inclusive 
diplom�cos;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - programas 
suplementares de alimenta�, assist�ia m�co-odontol�a, farmac�ica e 
psicol�a, e outras formas de assist�ia social;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; V - obras de 
infra-estrutura, ainda que realizadas para beneficiar direta ou indiretamente a 
rede escolar;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; VI - pessoal docente e 
demais trabalhadores da educa�, quando em desvio de fun� ou em atividade 
alheia �anuten� e desenvolvimento do ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 72. As receitas e 
despesas com manuten� e desenvolvimento do ensino ser�apuradas e publicadas 
nos balan� do Poder P�o, assim como nos relat�s a que se refere o � 3� 
do art. 165 da Constitui� Federal.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 73. Os �os 
fiscalizadores examinar� prioritariamente, na presta� de contas de recursos 
p�os, o cumprimento do disposto no art. 212 da Constitui� Federal, no art. 
60 do Ato das Disposi�s Constitucionais Transit�s e na legisla� 
concernente.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 74. A Uni� em 
colabora� com os Estados, o Distrito Federal e os Munic�os, estabelecer�
padr�m�mo de oportunidades educacionais para o ensino fundamental, baseado 
no c�ulo do custo m�mo por aluno, capaz de assegurar ensino de 
qualidade.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Par�afo �. O custo 
m�mo de que trata este artigo ser�alculado pela Uni�ao final de cada ano, 
com validade para o ano subseq� considerando varia�s regionais no custo 
dos insumos e as diversas modalidades de ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 75. A a� supletiva 
e redistributiva da Uni�e dos Estados ser�xercida de modo a corrigir, 
progressivamente, as disparidades de acesso e garantir o padr�m�mo de 
qualidade de ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� A a� a que se 
refere este artigo obedecer� f�la de dom�o p�o que inclua a 
capacidade de atendimento e a medida do esfor�fiscal do respectivo Estado, do 
Distrito Federal ou do Munic�o em favor da manuten� e do desenvolvimento do 
ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� A capacidade de 
atendimento de cada governo ser�efinida pela raz�entre os recursos de uso 
constitucionalmente obrigat� na manuten� e desenvolvimento do ensino e o 
custo anual do aluno, relativo ao padr�m�mo de qualidade.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 3� Com base nos 
crit�os estabelecidos nos �� 1� e 2�, a Uni�poder�azer a transfer�ia 
direta de recursos a cada estabelecimento de ensino, considerado o n� de 
alunos que efetivamente freq� a escola.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 4� A a� supletiva e 
redistributiva n�poder�er exercida em favor do Distrito Federal, dos Estados 
e dos Munic�os se estes oferecerem vagas, na �a de ensino de sua 
responsabilidade, conforme o inciso VI do art. 10 e o inciso V do art. 11 desta 
Lei, em n� inferior �ua capacidade de atendimento.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 76. A a� supletiva 
e redistributiva prevista no artigo anterior ficar�ondicionada ao efetivo 
cumprimento pelos Estados, Distrito Federal e Munic�os do disposto nesta Lei, 
sem preju� de outras prescri�s legais.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 77. Os recursos 
p�os ser�destinados �escolas p�as, podendo ser dirigidos a escolas 
comunit�as, confessionais ou filantr�as que:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - comprovem finalidade 
n�lucrativa e n�distribuam resultados, dividendos, bonifica�s, 
participa�s ou parcela de seu patrim� sob nenhuma forma ou 
pretexto;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - apliquem seus 
excedentes financeiros em educa�;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - assegurem a 
destina� de seu patrim� a outra escola comunit�a, filantr�a ou 
confessional, ou ao Poder P�o, no caso de encerramento de suas 
atividades;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - prestem contas ao 
Poder P�o dos recursos recebidos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Os recursos de que 
trata este artigo poder�ser destinados a bolsas de estudo para a educa� 
b�ca, na forma da lei, para os que demonstrarem insufici�ia de recursos, 
quando houver falta de vagas e cursos regulares da rede p�a de domic�o do 
educando, ficando o Poder P�o obrigado a investir prioritariamente na 
expans�da sua rede local.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� As atividades 
universit�as de pesquisa e extens�poder�receber apoio financeiro do Poder 
P�o, inclusive mediante bolsas de estudo.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>T�ULO VIII</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Das Disposi�s 
Gerais</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 78. O Sistema de 
Ensino da Uni� com a colabora� das ag�ias federais de fomento �ultura e 
de assist�ia aos �ios, desenvolver�rogramas integrados de ensino e 
pesquisa, para oferta de educa� escolar biling�ntercultural aos povos 
ind�nas, com os seguintes objetivos:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - proporcionar aos 
�ios, suas comunidades e povos, a recupera� de suas mem�s hist�as; a 
reafirma� de suas identidades �icas; a valoriza� de suas l�uas e 
ci�ias;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - garantir aos �ios, 
suas comunidades e povos, o acesso �informa�s, conhecimentos t�icos e 
cient�cos da sociedade nacional e demais sociedades ind�nas e 
n��ias.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 79. A Uni�apoiar�
t�ica e financeiramente os sistemas de ensino no provimento da educa� 
intercultural �comunidades ind�nas, desenvolvendo programas integrados de 
ensino e pesquisa.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� Os programas ser�
planejados com audi�ia das comunidades ind�nas.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� Os programas a que se 
refere este artigo, inclu�s nos Planos Nacionais de Educa�, ter�os 
seguintes objetivos:</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - fortalecer as pr�cas 
s�-culturais e a l�ua materna de cada comunidade 
ind�na;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - manter programas de 
forma� de pessoal especializado, destinado �duca� escolar nas comunidades 
ind�nas;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - desenvolver 
curr�los e programas espec�cos, neles incluindo os conte�culturais 
correspondentes �respectivas comunidades;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - elaborar e publicar 
sistematicamente material did�co espec�co e diferenciado.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art79a></A>Art. 79-A. 
<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/Mensagem_Veto/2003/Mv03-03.htm">(VETADO)</A> 
<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.639.htm#art79a">(Inclu� 
pela Lei n� 10.639, de 9.1.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 79-B. O calend�o 
escolar incluir� dia 20 de novembro como �Dia Nacional da Consci�ia 
Negra�.<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.639.htm#art79a">(Inclu� 
pela Lei n� 10.639, de 9.1.2003)</A></FONT></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art80></A><SMALL>Art. 80. O Poder P�o incentivar� desenvolvimento e a 
veicula� de programas de ensino a dist�ia, em todos os n�is e modalidades 
de ensino, e de educa� continuada. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5622.htm">(Regulamento)</A></SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� A educa� a 
dist�ia, organizada com abertura e regime especiais, ser�ferecida por 
institui�s especificamente credenciadas pela Uni�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� A Uni�regulamentar�
os requisitos para a realiza� de exames e registro de diploma relativos a 
cursos de educa� a dist�ia.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art80�3></A><SMALL><FONT face=Arial>� 3� As normas para produ�, controle 
e avalia� de programas de educa� a dist�ia e a autoriza� para sua 
implementa�, caber�aos respectivos sistemas de ensino, podendo haver 
coopera� e integra� entre os diferentes sistemas. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2001/D3860.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 4� A educa� a 
dist�ia gozar�e tratamento diferenciado, que incluir�/FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; I - custos de transmiss�
reduzidos em canais comerciais de radiodifus�sonora e de sons e 
imagens;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - concess�de canais 
com finalidades exclusivamente educativas;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - reserva de tempo 
m�mo, sem � para o Poder P�o, pelos concession�os de canais 
comerciais.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art81></A><SMALL>Art. 81. �permitida a organiza� de cursos ou 
institui�s de ensino experimentais, desde que obedecidas as disposi�s desta 
Lei.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>Art. 82. Os 
sistemas de ensino estabelecer�as normas para realiza� dos est�os dos 
alunos regularmente matriculados no ensino m�o ou superior em sua 
jurisdi�.<BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art82�p></A>Par�afo �. O est�o realizado nas condi�s deste artigo 
n�estabelecem v�ulo empregat�o, podendo o estagi�o receber bolsa de 
est�o, estar segurado contra acidentes e ter a cobertura previdenci�a 
prevista na legisla� espec�ca. </STRIKE><A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11788.htm#art22">(Revogado 
pela n� 11.788, de 2008)</A></FONT></SMALL></P><FONT face=Arial size=2>
<P class=texto2 align=justify><SPAN 
style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; FONT-FAMILY: Arial">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
<A name=art82></A>Art. 82.&nbsp; Os sistemas de ensino estabelecer�as normas 
de realiza� de est�o em sua jurisdi�, observada a lei federal sobre a 
mat�a.&nbsp;<A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11788.htm#art20">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.788, de 2008)</A></SPAN></P></FONT>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 83. O ensino militar 
�egulado em lei espec�ca, admitida a equival�ia de estudos, de acordo com 
as normas fixadas pelos sistemas de ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 84. Os discentes da 
educa� superior poder�ser aproveitados em tarefas de ensino e pesquisa pelas 
respectivas institui�s, exercendo fun�s de monitoria, de acordo com seu 
rendimento e seu plano de estudos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 85. Qualquer cidad�
habilitado com a titula� pr�a poder�xigir a abertura de concurso p�o 
de provas e t�los para cargo de docente de institui� p�a de ensino que 
estiver sendo ocupado por professor n�concursado, por mais de seis anos, 
ressalvados os direitos assegurados pelos arts. 41 da Constitui� Federal e 19 
do Ato das Disposi�s Constitucionais Transit�s.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 86. As institui�s 
de educa� superior constitu�s como universidades integrar-se-� tamb� na 
sua condi� de institui�s de pesquisa, ao Sistema Nacional de Ci�ia e 
Tecnologia, nos termos da legisla� espec�ca.</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>T�ULO IX</FONT></SMALL></P>
<P align=center><SMALL><FONT face=Arial>Das Disposi�s 
Transit�s</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</SMALL><A 
name=art87></A><SMALL> Art. 87. �institu� a D�da da Educa�, a iniciar-se 
um ano a partir da publica� desta Lei.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� A Uni� no prazo de 
um ano a partir da publica� desta Lei, encaminhar�ao Congresso Nacional, o 
Plano Nacional de Educa�, com diretrizes e metas para os dez anos seguintes, 
em sintonia com a Declara� Mundial sobre Educa� para 
Todos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>� 2� O Poder 
P�o dever�ecensear os educandos no ensino fundamental, com especial 
aten� para os grupos de sete a quatorze e de quinze a dezesseis anos de 
idade.</STRIKE></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT face=Arial 
size=2>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art87�2></A>� 
2<SUP><U>o</U></SUP> O poder p�o dever�ecensear os educandos no ensino 
fundamental, com especial aten� para o grupo de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos 
de idade e de 15 (quinze) a 16 (dezesseis) anos de idade. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11274.htm#art4">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.274, de 2006)</A></FONT></P>
<P style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>� 3� Cada 
Munic�o e, supletivamente, o Estado e a Uni� 
dever�/STRIKE></FONT></SMALL></P>
<P style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
</FONT></SMALL><STRIKE><FONT face=Arial size=2>I - matricular todos os educandos 
a partir dos sete anos de idade e, facultativamente, a partir dos seis anos, no 
ensino fundamental;</FONT></STRIKE></P><FONT face=Arial size=2>
<P style="MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px" 
align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A name=art87�i></A><STRIKE>I 
� matricular todos os educandos a partir dos seis anos de idade, no ensino 
fundamental, atendidas as seguintes condi�s no �ito de cada sistema de 
ensino: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11114.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.114, de 
2005)</A><BR></STRIKE>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <STRIKE>a) 
plena observ�ia das condi�s de oferta fixadas por esta Lei, no caso de todas 
as redes escolares; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11114.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.114, de 2005)</A><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
b) atingimento de taxa l�ida de escolariza� de pelo menos 95% (noventa e 
cinco por cento) da faixa et�a de sete a catorze anos, no caso das redes 
escolares p�as; e <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11114.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.114, de 2005)</A><BR>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 
c) n�redu� m�a de recursos por aluno do ensino fundamental na respectiva 
rede p�a, resultante da incorpora� dos alunos de seis anos de idade; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2005/Lei/L11114.htm#art1">(Inclu� 
pela Lei n� 11.114, de 2005)</A></STRIKE></FONT></P><FONT face=Arial size=2>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art87�3></A>� 3<U><SUP>o</SUP></U>&nbsp; O Distrito Federal, cada Estado e 
Munic�o, e, supletivamente, a Uni� devem: <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11330.htm#art1">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.330, de 2006)</A></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <A 
name=art87�3i></A>I � matricular todos os educandos a partir dos 6 (seis) anos 
de idade no ensino fundamental; <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11274.htm#art4">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.274, de 2006)</A></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a) (Revogado) <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11274.htm#art4">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.274, de 2006)</A></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; b) (Revogado) <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11274.htm#art4">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.274, de 2006)</A></P>
<P align=justify>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; c) (Revogado) <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11274.htm#art4">(Reda� 
dada pela Lei n� 11.274, de 2006)</A></P></FONT>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; II - prover cursos 
presenciais ou a dist�ia aos jovens e adultos insuficientemente 
escolarizados;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; III - realizar programas 
de capacita� para todos os professores em exerc�o, utilizando tamb� para 
isto, os recursos da educa� a dist�ia;</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; IV - integrar todos os 
estabelecimentos de ensino fundamental do seu territ� ao sistema nacional de 
avalia� do rendimento escolar.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 4� At� fim da D�da 
da Educa� somente ser�admitidos professores habilitados em n�l superior ou 
formados por treinamento em servi�</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 5� Ser�conjugados 
todos os esfor� objetivando a progress�das redes escolares p�as urbanas 
de ensino fundamental para o regime de escolas de tempo 
integral.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 6� A assist�ia 
financeira da Uni�aos Estados, ao Distrito Federal e aos Munic�os, bem como 
a dos Estados aos seus Munic�os, ficam condicionadas ao cumprimento do art. 
212 da Constitui� Federal e dispositivos legais pertinentes pelos governos 
beneficiados. </FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 88. A Uni� os 
Estados, o Distrito Federal e os Munic�os adaptar�sua legisla� educacional 
e de ensino �disposi�s desta Lei no prazo m�mo de um ano, a partir da data 
de sua publica�. <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D2207.htm">(Regulamento)</A></FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 1� As institui�s 
educacionais adaptar�seus estatutos e regimentos aos dispositivos desta Lei e 
�normas dos respectivos sistemas de ensino, nos prazos por estes 
estabelecidos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; � 2� O prazo para que as 
universidades cumpram o disposto nos incisos II e III do art. 52 �e oito 
anos.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 89. As creches e 
pr�scolas existentes ou que venham a ser criadas dever� no prazo de tr�
anos, a contar da publica� desta Lei, integrar-se ao respectivo sistema de 
ensino.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 90. As quest�
suscitadas na transi� entre o regime anterior e o que se institui nesta Lei 
ser�resolvidas pelo Conselho Nacional de Educa� ou, mediante delega� 
deste, pelos �os normativos dos sistemas de ensino, preservada a autonomia 
universit�a.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Art. 91. Esta Lei entra em 
vigor na data de sua publica�. </FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT 
face=Arial><SMALL>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </SMALL><A 
name=art92></A><SMALL>Art. 92. Revogam-se as disposi�s das <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L4024.htm">Leis n�s 4.024, de 20 
de dezembro de 1961</A>, e <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5540.htm">5.540, de 28 de 
novembro de 1968</A>, n�alteradas pelas <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9131.htm">Leis n�s 9.131, de 24 
de novembro de 1995</A> e <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9192.htm">9.192, de 21 de 
dezembro de 1995</A> e, ainda, as <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L5692.htm">Leis n�s 5.692, de 11 
de agosto de 1971</A> e <A 
href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L7044.htm">7.044, de 18 de 
outubro de 1982</A>, e as demais leis e decretos-lei que as modificaram e 
quaisquer outras disposi�s em contr�o.</SMALL></FONT></P>
<P align=justify><SMALL><FONT 
face=Arial>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Bras�a,&nbsp;20&nbsp;de 
dezembro&nbsp;de 1996; 175� da Independ�ia e 108� da 
Rep�a.</FONT></SMALL></P>
<P align=justify><FONT face=Arial><SMALL>FERNANDO HENRIQUE 
CARDOSO</SMALL><BR></FONT><EM><FONT face=Arial color=black size=2>Paulo Renato 
Souza </FONT></EM></P>
<P align=left><FONT face=Arial color=#ff0000 size=2>Este texto n�substitui o 
publicado no D.O.U. de 23.12.1996</FONT></P>
<P align=left>&nbsp;</P>
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<P align=left>&nbsp;</P></BODY></HTML>
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