Competências
O bacharel em Relações Internacionais possui um amplo universo de atuação que se encontra em franca expansão, ainda que não visto pela média da população, pois a formação densa e interdisciplinar permite-lhe desenvolver variadas funções ligadas às instituições públicas e privadas como: assessoria internacional aos Estados e municípios, carreira pública na Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) ou no Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) , nos organismos internacionais tal qual a Organização das Nações Unidas (ONU) ou a Organização dos Estados Americanos (OEA), analista contratado por empresas privadas de alcance global, e ONG’s (Organizações não Governamentais) incluindo atividades de consultoria e assessoria. Também na compreensão da realidade cultural, econômica e social de diferentes regiões do mundo de modo a formular políticas específicas para empresas e instituições públicas interessadas em inserir-se nas diferentes regiões do planeta.
O bacharel em Relações Internacionais é chamado a atuar profissionalmente em pesquisa acadêmica nas universidades, como analista de mercados para empresas transnacionais, na assessoria em áreas técnicas de organismos internacionais ou se candidatar à carreira diplomática no Ministério das Relações Exteriores. Atualmente, diversos organismos e instituições requisitam e buscam profissionais com esta formação. Podem ser citados, por exemplo, os ministérios do governo federal, entidades empresariais, entidades esportivas, sindicais, partidos políticos, órgãos de comunicação, organismos internacionais voltados às causas humanitárias, o Mercosul e outros processos de integração regional. O perfil profissional estará voltado para um desenvolvimento multilateral das potencialidades, ou seja, na iniciativa privada, no setor público ou no terceiro setor. Funções operacionais de desembaraço aduaneiro, operações de importação e exportação, típicas do comércio exterior, tanto quanto no planejamento estratégico de empresas nacionais no mercado internacional e empresas estrangeiras que atuem no Brasil, tanto quanto atuar em organismos regionais e globais de proteção aos direitos humanos e ao meio ambiente.
O currículo é organizado em oito semestres ideais (4 anos), no período noturno, com disciplinas teóricas sobre Relações Internacionais; disciplinas específicas e instrumentais voltadas para as Relações Internacionais; seminários e/ou debates mensais com a finalidade precípua de acompanhar, em cada conjuntura, as transformações que se processam no plano internacional; estágios em diferentes instituições que lidam com as questões internacionais; línguas obrigatórias por meio da língua inglesa, do espanhol e do francês, sendo que o exame de língua abrange habilidades de compreensão e produção oral e escrita, e, ainda, o aluno terá oportunidade de desenvolver sua comunicação em língua espanhola (a língua dos países fronteiriços com o Mato Grosso do Sul).
Compõem o currículo viagens de estudos complementares e similares.
