Pesquisa
A importância da iniciação científica para o aluno da graduação
Paulo Sérgio Lacerda Beirão (Pró-Reitor de Pesquisa da UFMG) (2008)
O acelerado crescimento do conhecimento nos últimos anos tornou impraticável o ensino tradicional baseado exclusivamente na transmissão oral de informação. Em muitas disciplinas já não é possível, dentro das cargas horárias, transmitir todo o conteúdo relevante. Mais importante ainda, o conhecimento não é acabado, e muito do que o estudante precisará saber em sua vida profissional ainda está por ser descoberto.
O desafio da universidade hoje é formar indivíduos capazes de buscar conhecimentos e de saber utilizá-los. Ao contrário de outrora, quando o importante era dominar o conhecimento, hoje penso que o importante é "dominar o desconhecimento", ou seja, estando diante de um problema para o qual ele não tem a resposta pronta, o profissional deve saber buscar o conhecimento pertinente e, quando não disponível, saber encontrar, ele próprio, as respostas por meio de pesquisa.
Não será fazendo de nossos alunos meros depositários de informações que estaremos formando os cidadãos e profissionais de que a sociedade necessita. Para isto, as atividades, curriculares ou não, voltadas para a solução de problemas e para o conhecimento da nossa realidade, tornam-se importantes instrumentos para a formação dos nossos estudantes.
É dentro desta perspectiva que a inserção precoce do aluno de graduação em projetos de pesquisa se torna um instrumento valioso para aprimorar qualidades desejadas em um profissional de nível superior, bem como para estimular e iniciar a formação daqueles mais vocacionados para a pesquisa.
Para desenvolver um projeto de pesquisa é necessário buscar o conhecimento existente na área, formular o problema e o modo de enfrentá-lo, coletar e analisar dados, e tirar conclusões. Aprende-se a lidar com o desconhecido e a encontrar novos conhecimentos.
Os mecanismos institucionais para esta inserção são os estágios curriculares e a iniciação científica. Precisamos ampliar a iniciação científica como uma atividade curricular, para possibilitar uma melhor formação dos nossos estudantes.
A Semana de Iniciação Científica faz parte do esforço de valorização desta atividade, porque dá ao aluno a oportunidade de expor o seu trabalho aos demais membros da comunidade universitária. A participação de todos, com críticas e sugestões aos trabalhos apresentados, representa uma grande contribuição à formação de nossos alunos.
O aluno deve começar a construir uma carreira de pesquisa já na Graduação?
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" Acho que sim. O aprendizado na iniciação científica é muito importante. Mesmo para mim, que não pretendo seguir carreira acadêmica, é uma oportunidade de aprender com o que a UFMG tem de melhor, a pesquisa. Acho que a pesquisa deve ser feita, de preferência, no início do curso, já que nos últimos períodos é mais interessante o estágio, visando ao mercado. Luciana Rodrigues, 4º período de Comunicação Social e bolsista de iniciação científica" |
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" Sim. Através da pesquisa, o aluno adquire um pouco mais de experiência dentro de sua área de atuação. As pesquisas ajudam no contato com a profissão e com a Academia.
Camila Dias, 2º período de Biblioteconomia " |
Projetos
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1. DESCRIÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA CADEIA PRODUTIVA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DE DOURADOS - MS
Equipe: JOSE JAIR SOARES VIANA - Coordenador - UFGD
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2. A UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS ADMINISTRATIVAS E CONTÁBEIS NA GESTÃO DE EMPRESAS PRODUTORAS DE GRÃOS
Equipe: DIONISE MAGNA JUCHEM - Coordenadora - UFGD
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Equipe: MADALENA MARIA SCHLINDWEIN - Coordenadora - UFGD
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4. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS NO MUNICÍPIO / DE DOURADOS - MS.
Equipe: EMANOEL MARCOS LIMA - Coordenador - UFGD
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5. ANÁLISE MACRODIMENSIONAL DA EMERGÊNCIA / DA AGROENERGIA
Equipe: EDSON TALAMINI - Coordenador - UFGD
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Equipe: ALEXANDRE BANDEIRA MONTEIRO E SILVA - Coordenador - UFGD
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7. COMPETÊNCIAS NA CONSTRUÇÃO / CIVIL EM DOURADOS
Equipe: ERLAINE BINOTTO - Coordenadora - UFGD
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Equipe: CLAUDIA FABIANA GOHR - Coordenadora - UFGD
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9. CONSUMO E GASTO DOMICILIAR COM ALIMENTOS: UMA ANÁLISE PARA OS ESTADOS DA REGIÃO CENTRO-OESTE
Equipe: MADALENA MARIA SCHLINDWEIN - Coordenadora - UFGD
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Equipe: SORAIA SANTOS DA SILVA - Coordenadora - UFGD
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Equipe: ERLAINE BINOTTO - Coordenadora - UFGD
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12. LEVANTAMENTO SISTEMÁTICO DO ARMAZENAMENTO DE GRÃOS NA REGIÃO DO MATO GROSSO DO SUL
Equipe: MARIA APARECIDA FARIAS DE SOUZA NOGUEIRA - Coordenadora - UFGD
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13. GESTÃO DA CARREIRA DOCENTE EM UNIVERSIDADES FEDERAIS EQUIPE:
Equipe: MARIA APARECIDA FARIAS DE SOUZA NOGUEIRA - Coordenadora - UFGD / ERLAINE BINOTTO - Colaboradora
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Equipe: CRISTIANE MALLMANN HUPPES - Coordenadora - UFGD
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15. ESTUDO SOBRE A ESTRUTURA DE CAPITAL NAS EMPRESAS EM DOURADOS
Equipe: LETICIA DE OLIVEIRA - Coordenadora - UFGD
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Equipe: LUCIANO ROSA - Coordenador - UFGD
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Equipe: LUCIANO ROSA - Coordenador - UFGD
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Equipe: FILIPE TOSCANO DE BRITO SIMÕES CORREA - Coordenador - UFGD
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19. ANÁLISE DOS CONTRATOS E DA CERTIFICAÇÃO DOS BIOCOMBUSTÍVEIS SOB O PARADIGMA DA SUSTENTABILIDADE
Equipe: AMILTON LUIZ NOVAES - Menbro - UFGD
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20. PRODUÇÃO CIENTÍFICA NA UFGD
Equipe: EDSON TALAMINI - Coordenador - UFGD
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21. DINÂMICA ECONÔMICA DAS FLUTUAÇÕES NA PRODUÇÃO AGRÍCOLA BRASILEIRA
Equipe: CARLOS EDUARDO CALDARELLI - Coordenador - UFGD
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Equipe: VERA LUCI DE ALMEIDA - Coordenadora - UFGD
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Equipe: EDSON TALAMINI - Coordenador - UFGD
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Equipe: EDSON TALAMNI - Coordenador - UFGD
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Equipe: ADRIANA KIRCHOF DE BRUM - Coordenadora - UFGD
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Equipe: ERLAINE BINOTTO - Coordenadora - UFGD
